12/12/2017

Quase mil pastores e missionários são expulsos da China

Foto: Reprodução Foto: Reprodução

 Cerca de mil missionários e pastores foram expulsos de três províncias chinesas, que fazem parte do projeto do Partido Comunista da China, que apoia o regime da Coreia do Norte. O governo continua com a repreensão as atividades religiosas, de acordo com um relatório publicado na última quarta-feira (6/12).

 

Desde o ano passado, as províncias de Liaoning, Jilin e Heilongjiang no nordeste da China, vem deportando pastores e fechando algumas igrejas quando são identificadas, segundo o jornal britânico Express.

 

Na província de Jilin, todas as igrejas lideradas por sul-coreanos foram fechadas de vez. A expulsão de líderes cristãos estrangeiros e sul-coreanos, faz parte do plano chinês de implementar novos regulamentos sobre assuntos religiosos. A ideia é “erradicar o extremismo” até o início de fevereiro de 2018.

 

Para isso estão previstas altas multas, para quem organizar “atividades religiosas não aprovadas” e “eventos religiosos ilegais”, nos valores de US $ 30.100 a US $ 45.200.

 

Com a liderança do presidente Xi Jinping desde 2013,  só multiplicam as medidas contrárias aos cristãos. Já é um recorde o número de igrejas subterrâneas invadidas, pastores presos, templos derrubados e as denúncias de torturas  contra os cristãos em todo o país.

Calcula-se que a perseguição religiosa na China, cresceu 700% na última década.

 

A tendências é que esses números aumentem, já que o Partido Comunista pretende manter o poder de Xi Jinping até 2022, quando termina seu segundo mandato.

Galeria de fotos

Destaques Quadrangular