19/08/2016
Foto: Junidaqui
Brasil já tem seu melhor resultado no quadro de medalhas, mas fica aquém da meta
Foto: Junidaqui
O vôlei de praia masculino do Brasil voltou ao topo olímpico depois de 12 anos. Na madrugada desta sexta-feira, Alison e Bruno Schmidt conquistaram o ouro após derrotarem os italianos Nicolai e Lupo por 2 sets a 0. Com o resultado, o Brasil chega a sua melhor campanha na história dos Jogos, apesar de ficar bem distante da meta estabelecida.
Antes da Rio 2016, a melhor campanha do Brasil foi em Atenas 2004, quando o país conquistou os mesmos cinco ouros, além de duas pratas e três bronzes (dez medalhas no total). O resultado havia deixado o país na 16ª posição no quadro de medalhas. Em Londres, o Brasil até conquistou mais medalhas (17), mas foram apenas três de ouro (além de cinco pratas e nove bronzes).
Em casa, o Brasil já repetiu o número de ouros de Atenas e conquistou mais pratas (5 a 2) e bronzes (5 a 3). Até o fim dos Jogos, neste domingo, a expectativa é que também ultrapasse o número de 17 medalhas.
Já nesta sexta-feira, o vôlei masculino, que disputa a semifinal contra a Rússia, e o futebol feminino, que entra em campo para tentar o bronze, contra o Canadá, podem garantir mais duas medalhas ao país.
No sábado, já temos um pódio certo no futebol masculino –disputa a final contra a Alemanha no Maracanã.
Com outras dez modalidades em disputa, o Brasil ainda tem chances de conquistar mais 13 medalhas, pois a canoagem tem outras três categorias disputando os Jogos, K1, C2 e K4.
De qualquer forma, a campanha ficou aquém do estipulado pelo Comitê Olímpico Brasileiro, que previa cerca de dez medalhas de ouro e o Brasil no top 10 do ranking de medalhas. Atualmente, o Brasil é décimo terceiro. O décimo por enquanto é a Austrália, com sete ouros e 27 medalhas no total.

