Com profissionais, 'MasterChef' inicia hoje briga de cachorro grande
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Se os erros já eram pouco tolerados no “MasterChef” tradicional, eles passam a ser praticamente inadmissíveis em “MasterChef Profissionais”, que estreia nesta terça-feira (4), às 22h30, na Band. O resultado disso, na avaliação da apresentadora Ana Paula Padrão, é um programa muito mais ágil e alucinante.
“Os personagens se revelam muito mais rapidamente. O primeiro episódio, por exemplo, tem uma velocidade que não houve com os amadores. O ritmo é alto e não para, só acelera”, diz ela.
Outro diferencial é que os candidatos chegam muito mais seguros. “Eles têm perfis diferentes, mas aqui são todos expostos a uma dinâmica diferente. No momento de desespero, cada um apela para sua experiência e defende suas próprias ideias até o fim mesmo a contragosto dos chefs”, continua Padrão, referindo-se ao trio de jurados formado por Henrique Fogaça, Paola Carosella e Erick
Jacquin, que segue com a missão de avaliar os candidatos. Como era de se esperar, o rigor também é maior.
A tensão é grande não apenas para os candidatos, mas também para o júri, como explica Carosella. “No primeiro dia de gravação, eu não consegui respirar. Todos os pratos eram muito bons e nós precisamos apelar para critérios de avaliação muito sutis”, diz ela.
Alguns desafios seguem o exemplo das edições amadoras, com caixas misteriosas, provas em equipe e provas de pressão, mas há espaço para novidades, como provas de reinvenção – em que o candidato precisa reproduzir o prato de outro chef após experimentá-lo, sem qualquer informação adicional – e provas de serviço, como se estivessem trabalhando em um restaurante profissional. Nesses casos, um dos três jurados será responsável por comandar a equipe.
O programa também ganha um novo cenário, o espaço do vestiário, onde o programa começa com a chegada dos candidatos e termina com o depoimento do eliminado.
Entre os 14 competidores estão profissionais de cozinha, consultores, professores de gastronomia e personal chefs que disputam um prêmio de R$ 170 mil, além de um carro, o troféu “MasterChef Profissionais” e um vale-compras de R$ 1 mil por mês.
Leia entrevista com o chef e jurado Henrique Fogaça:
Qual o erro imperdoável para um chef de cozinha?
Não temperar, não experimentar a própria comida.
O fato de avaliar colegas de profissão muda algo?
Não tem muito segredo: é definir a prova e a pessoa precisa apresentar o que a gente espera da melhor forma.
Você se inscreveria no “MasterChef Profissionais”?
(risos) Não sei, viu! Acho que talvez não!

