Júri de Elize Matsunaga, do caso Yoki, começa nesta segunda
Presidiária de Tremembé, no interior do Estado, Elize é ré confessa do assassinado de Marcos Matsunaga, herdeiro do grup
Quatro anos após matar e esquartejar o marido, Elize Kitano Matsunaga, 34 anos, vai a júri popular hoje em busca de uma condenação mínima.
Presidiária de Tremembé, no interior do Estado, Elize é ré confessa do assassinado de Marcos Matsunaga, herdeiro do grupo Yoki, no dia 19 de maio de 2012.
Ela diz que atirou no marido após uma briga entre o casal. Depois, cortou e dividiu o corpo em seis partes, colocou-os em malas de viagem (dentro de sacos de lixo) e livrou-se deles numa mata em Caucaia do Alto, na Grande São Paulo.
Com houve confissão do crime, a tentativa da defesa será tentar afastar as três qualificadoras do homicídio (motivo para agravar a pena): meio cruel (esquartejamento), sem chances de defesa e motivo torpe (teria matado por vingança e pela herança).
A defesa diz que, quando houve o esquartejamento, a vítima já estava morta. A Promotoria rebate que ele ainda estava vivo e, por isso, havia sinais de sangue no pulmão.
Carta
Desde 2012, Elize está impedida pela Justiça de ter qualquer tipo de contato com a filha.
Antes de ir para júri, ela decidiu escrever uma carta para a menina que tem 5 anos e mora com os avós paternos.

